segunda-feira, 26 de abril de 2010

Nada mais...

Palavras,
objetos abstratos
como bolas de sabão.

Invasivas,
teias misteriosas
como fizeste sem opção.

Letreiros,
tolos ensaios
como vi em teus olhos, um não.

Painéis,
frases invisíveis
como os erros que colhi sem excessão.


Ventos,
finalizam hoje
todo esse meu furacão.

Palavras...
e 'a penas...
nada mais!




PS. Para Dr. Willian Krempser

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